Volume transportado em maio chegou a 1,14 bilhão de TKU no trecho que conecta a região Centro-Oeste aos portos da Baixada Santista
Redação TranspoData
Foto VLI, Divulgação
A VLI, companhia de soluções logísticas que opera ferrovias, portos e terminais, registrou em maio a maior movimentação mensal de cargas de sua história no Corredor Sudeste. A malha ferroviária, que conecta o Centro-Oeste aos portos da Baixada Santista por meio da Ferrovia Centro-Atlântica (FCA), transportou, no período, 1,14 bilhão de TKU (toneladas por quilômetro útil), indicador que considera o volume transportado e a distância percorrida.
Para Marcelo Cardoso, diretor de operações do Corredor Sudeste da VLI, a integração entre ferrovia, terminais e porto, aliada a decisões de investimento bem direcionadas e à disciplina operacional, tem elevado os níveis de produtividade e confiabilidade. “Isso se traduz em ganhos concretos para os clientes e em uma logística de baixo carbono cada vez mais eficiente”, afirma.
O Corredor Sudeste é um sistema logístico que atende fluxos de importação e exportação por meio do Terminal Integrador Portuário Luiz Antonio Mesquita (Tiplam). Pelo corredor, a VLI transporta milho, soja, farelo, açúcar e fertilizantes. A estrutura inclui ainda dois terminais integradores, localizados em Uberaba (MG) e Guará (SP), responsáveis pelo transbordo das cargas para o sistema ferroviário.
Investimentos recentes
Neste ano, a VLI concluiu a implantação de uma linha férrea adicional no Tiplam. Com investimento de R$ 38 milhões e dois quilômetros de extensão, a nova estrutura foi adaptada para ampliar em até 30% a capacidade de carregamento ferroviário de fertilizantes, que abastecem as cadeias produtivas no interior do país, especialmente nas regiões do Mato Grosso.
No ano passado, o terminal havia recebido obras para o aumento do calado dos berços 2, 3 e 4, além do canal Piaçaguera, com investimento de quase R$ 35 milhões. A intervenção elevou o calado máximo – distância entre a linha de flutuação e o fundo da embarcação – de 13,35 metros para 14,10 metros, permitindo um aumento de cerca de 10% na capacidade de carga dos navios que operam no local.








