Rodonaves

Rodonaves realiza a maior aquisição de frota de sua história

Empresa destinou R$ 134 milhões para a compra de 497 veículos e implementos

Redação TranspoData

Foto Rodonaves, Divulgação

O Grupo Rodonaves concluiu a maior aquisição já realizada em um único ciclo anual. Com investimento de R$ 134 milhões, comprou 390 veículos motorizados e 107 carretas e implementos rodoviários, somando 497 novas unidades negociadas para a operação de 2026-2027. O aporte estratégico visa acelerar a modernização dos ativos e suportar a ampliação da capacidade operacional do grupo, dividindo-se em 310 unidades para renovação e 157 direcionadas à expansão de frota.O movimento contínuo de renovação permitiu ao Grupo Rodonaves reduzir a idade média da frota para 3,7 anos. “A modernização constante da frota é um pilar estratégico para garantir a eficiência, a segurança, o conforto e a sustentabilidade de todo o ecossistema Rodonaves. Em um setor dinâmico e exigente, operar com uma frota atual e tecnologicamente avançada nos dá a disponibilidade necessária para responder com excelência às demandas do mercado, reforçando o compromisso de construir uma logística cada vez mais integrada e preparada para o futuro”, destaca Régis Tiecher, CEO do Grupo Rodonaves.

Além do ganho em produtividade e redução na idade dos veículos, a aquisição acelera a agenda ESG com foco na sustentabilidade e agrega mais conforto e segurança para os motoristas que operam os veículos. Com a renovação da frota, 100% dos caminhões passam a atender aos padrões ambientais Euro 5 e Euro 6, somando-se à expansão de veículos operados por combustíveis alternativos.

A idade média de 3,7 anos do grupo caminha na direção oposta ao perfil do mercado nacional apontado pelo relatório da frota circulante do Sindipeças em parceria com a Abipeças. Segundo o estudo, embora a frota total de caminhões no Brasil tenha crescido 16,5% entre 2016 e 2025 (atingindo 2,3 milhões de veículos), a proporção de caminhões com mais de 16 anos subiu de 23,9% para 34,7%, enquanto a fatia de veículos mais novos e eficientes, entre seis e 10 anos, sofreu retração de 31,8% para 14,7%.

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