Foto Scania, Divulgação

Modernização foi incorporada à unidade de logística, localizada em Valinhos

A Scania Latin America finalizou o processo de troca de 40 empilhadeiras a baterias de chumbo-ácido por 40 unidades elétricas de íon-lítio na unidade Logistic Parts Center (LPC), localizada em Vinhedo, interior de São Paulo, e responsável pelo armazenamento e abastecimento de peças de reposição para toda a América Latina. O projeto, que abrange a locação dos equipamentos de movimentação, instalação de carregadores e a implementação do sistema de telemetria, resulta da parceria com a Jungheinrich, uma das líderes globais em soluções de intralogística.

Com renovação e modernização da frota, a Scania garante a redução de emissões de gases poluentes, assim como dos gastos energéticos, a otimização da operação intralogística por meio da telemetria, o aumento do conforto e da segurança dos operadores e um salto na produtividade. Os equipamentos escolhidos são selecionadoras de pedidos verticais e horizontais, e empilhadeiras contrabalançadas, retráteis e patoladas embarcadas. “Esse investimento representa a melhoria contínua dos processos dentro do conceito de Indústria 4.0. Além do caráter sustentável, temos um sistema de telemetria que nos permite mensurar por quanto tempo as máquinas são utilizadas de fato e, assim, identificar se existe a necessidade de aumento ou redução do número de equipamentos”, explica Giliard Guerreiro de Souza, gerente do LPC.

Para Marcela Magnani, analista de processos que coordenou a implementação do projeto, há uma série de ganhos e benefícios que as novas empilhadeiras trazem aos processos internos e de segurança. “A facilidade e rapidez do carregamento da máquina aumenta a disponibilidade do equipamento. Os colaboradores podem carregá-la em momentos de pausa, como o horário de almoço”, explica.

De acordo com Raphael Souza, gerente corporativo comercial da Jungheinrich, a telemetria é uma poderosa aliada para a gestão da frota, permitindo análise profunda sobre o perfil operacional de cada equipamento. “Ela identifica se determinada empilhadeira está ou não cumprindo sua função logística primária, assim como permite uma visão sobre a dispersão de uso ao longo dos dias e horários, analisa o comportamento de condução dos operadores e identifica impactos”, destaca.

A tecnologia permite ainda a criação de “cercas virtuais”. Caso alguma máquina circule em local inapropriado, o sistema envia um aviso ao responsável com o alerta. Os equipamentos da Jungheinrich também parametrizam diferentes perfis para vários usuários, permitindo que apenas operadores habilitados para determinados equipamentos possam operá-los. “Com essas alterações, prevemos ganhos significativos de processo e para o meio ambiente. Somente a economia de energia deve chegar a 30%”, afirma Souza.

Ao final do ciclo de vida, a Jungheinrich cuida de todo o processo de descarte para evitar qualquer tipo de prejuízo ao meio ambiente. As baterias são recuperadas para atuarem como estacionárias ou reservatórios para energia solar e ou eólica ou a empresa faz a destinação correta à reciclagem.

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