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Volvo comemora 25 anos do FH com um milhão de caminhões vendidos no mundo

24/11/2018 12h18 Atualizado em 24/11/2018 12h46
 

Por Redação Transpodata

redacao@transpodata.com.br

O Volvo FH é um dos modelos de maior sucesso da indústria com 1 milhão de caminhões vendidos no mundo, criando um modo de vida para milhões de motoristas. O Volvo FH 25 Anos Edição Especial não é apenas uma celebração do caminhão em si, mas também uma homenagem a todos os clientes e motoristas que o dirigem há 25 anos. Claes Nilsson, Presidente da Volvo Trucks, declara que "o Volvo FH é a representação perfeita de uma mentalidade focada no cliente e de um modelo que vem ultrapassando as fronteiras há um quarto de século. A edição especial é uma homenagem aos primeiros 25 anos e um ponto de partida para a nossa viagem de sucesso com clientes e condutores”.

A entrega do milionésimo Volvo FH aconteceu na Alemanhã para a transportadora Gesuko que faz transportes refrigerados na cidade de Bad Hersfeld, a 200 km de Hanover, especialmente, pelo presidente mundial do Grupo Volvo, Martin Lundstedt, e também pelo presidente da Volvo Trucks, Claes Nilsson.

Na América Latina, com mais de 130mil veículos vendidos, o Brasil foi um dos primeiros mercados fora da Europa a comercializar o FH, segundo Bernardo Fedalto, diretor comercial de caminhões da Volvo.  

A edição comemorativa do Volvo FH 25 anos no Brasil é uma série limitada, com poucas unidades e apresenta um visual marcante, na cor Vermelho Perolizado, numa referência às primeiras unidades do modelo que chegaram ao país no fim de 1993, ainda importadas da Suécia. A Série 25 anos tem controle eletrônico de estabilidade, sensor de mudança de faixa, sensor de ponto cego, piloto automático inteligente (anticolisão), sensor de chuva, freios eletrônicos a disco, airbag e freios ABS, nos quais o FH foi pioneiro no mercado nacional, declara Ricardo Tomasi, engenheiro de vendas da Volvo. Na parte mecânica, a série 25 anos está disponível nas versões 6x2, com motor de 460 cv / 2300 Nm e 6x4, com motor 540 cv / 2600 Nm. 

Volvo FH e a revolução tecnológica na indústria automotiva 

Logo que chegou ao país, em 1993, ainda importado da matriz da Volvo na Suécia, o motor eletrônico era considerado um grande enigma pelos mecânicos, que não entendiam como um computador poderia substituir uma bomba injetora mecânica. A grande eficiência do sistema, com ganhos em consumo de combustível e manutenção reduzida, mostrou que a eletrônica era um caminho sem volta. 

Outro destaque desta versão era a modernidade da cabine. Desenhada a partir de estudos ergonômicos, trazia conforto incomparável para a época. Foi um fator decisivo em países como o Brasil, cujas rotas longas até hoje implicam em longas jornadas para os motoristas.

 Ainda na cabine, o conceito de “célula de sobrevivência” visava diminuir riscos aos ocupantes em caso de acidentes. Aprovadas em crash-tests nos modernos laboratórios da matriz da Volvo na Suécia, as cabines FH se tornaram referência no mercado. Outro destaque de segurança eram os freios ABS, pela primeira vez oferecidos em caminhões no Brasil.

Made in Brazil 

Em 1998, a Volvo tomou a decisão de fabricar o FH no Brasil e devido ao alto índice de nacionalização, foi possível aos transportadores o acesso a linhas de crédito que viabilizaram participação crescente do modelo no mercado. Para isso, a marca fez grandes investimentos em sua fábrica em Curitiba (PR), com destaque para uma nova área para a produção das modernas cabines do veículo. 

O FH “Made in Brazil” trouxe novidades no interior da cabine e o modelo passou a contar com o Front Underun Protection System (FUPS), um dispositivo que salva vidas ao evitar que veículos pequenos entrem embaixo do caminhão em colisões frontais. Outra inovação foi a introdução do Air Bag como item opcional. Durante muitos anos o FH foi o único caminhão nacional com esse dispositivo fundamental para salvar vidas. 

Apenas um ano depois de começar a ser feito no Brasil, o novo motor D12C, com potências de 380 cv e 420 cv, facilitou a interação tecnológica. O painel trazia computador de bordo que exibia diversas informações sobre o propulsor e seu desempenho como médias de consumo, instantâneo e por viagem, e um dispositivo chamado Trip Manager que permitia a conexão, por meio de um cabo do computador de bordo aos computadores das transportadoras. Essa conectividade permitiu baixar os dados para análises e treinamento de motoristas, a partir do histórico de condução que ficava registrado no veículo. 

A geração do FH ficou marcada em 2003 por um novo conjunto ótico, mais longilíneo e eficiente que deu origem ao apelido de “chinesinho”. O interior foi totalmente remodelado, com um novo painel de instrumentos, novos bancos e novas camas. Mais uma vez, a ergonomia entrava em ação para deixar o modelo ainda mais confortável e seguro para os motoristas. 

Na parte mecânica, uma evolução do motor, que passou a ser o D12D, trouxe mais eficiência e economia. A potência chegava aos 460 cv e a nova transmissão eletrônica I-Shift, dispensava o pedal de embreagem, realizando trocas de marcha sozinha, sem interferência do motorista.

A nova caixa mostrou economia de combustível e conforto ao motorista, embora ainda tivesse limitação de carga (45t) nessa primeira geração. Em 2006, o modelo “cara chata” ganhava um novo motor D13A, com potência que chegava a 520 cv. Na época, as composições bitrem de 57t já ganhavam grande espaço no mercado e motores mais fortes eram fundamentais para manter boa velocidade média. Nesse ano, o destaque foi o freio motor Volvo Engine Brake (VEB), que com 500 cv ajudava a controlar a velocidade em declives com total segurança, sem adicionar peso ao veículo.

Com mais carga transportada, uma nova geração da transmissão I-Shift, para 60t, permitiu ganhos de produtividade, economia e conforto.

Veja também: Volvo CE apresenta novos produtos e serviços na M&T Expo 2018 

 

 
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