De acordo com projeções feitas pelo Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças), a idade média dos caminhões brasileiros é de 11,4 anos. Ou seja, a mais alta desde 2007.

Esse fato se mostra presente em meio a um cenário de recuperação do mercado de veículos, em 2017. Mesmo com todo o apelo, não foi possível realizar uma transformação na frota. 2018 foi o terceiro ano seguido de aumento da idade média dos automóveis no país, após o boom de vendas de modelos novos ocorrido até 2012.

Se não houver ajuda para promover a troca dos veículos mais antigos, o problema vai continuar”, afirma Elias Mufarej, diretor do Sindipeças. Segundo a pesquisa da entidade, a tendência de envelhecimento continuará nos próximos dois anos, com caminhões apresentando idade média de 11,11 anos.

Mufarej reforçou que o Sindipeças defende um programa de renovação da frota, começando com a inspeção veicular para retirar das ruas veículos sem condições de rodagem, principalmente caminhões e ônibus.

Na opinião do diretor, “uma frota mais velha traz efeitos danosos em relação à segurança, principalmente nas estradas, e as consequências são graves”.

A situação dos veículos leves também não é animadora: A idade média dos automóveis em circulação no país subiu para 9,7 – a maior dos últimos 18 anos. Visto que os caminhões apresentam uma vida útil elevada, é uma tendência que a idade média siga esse padrão.

Fonte: Agência Estado

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